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INICIAL DECLARATÓRIA - P.S.A.P.docx

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RE 1577009

STF Muito relevante

Decisão Monocrática

Reconhece ilegitimidade passiva do cessionário sem animus domini para cobrança do IPTU, com coisa julgada.

Tema: Inexistência de Relação Jurídico-Tributária e Ilegitimidade Passiva em IPTU

26 de nov. de 2025 — UALIZADO DA CAUSA, SE UNÂNIME A VOTAÇÃO. (RE 1.422.836 AgR, Rel. Min. Cármen Lúcia, Primeira Turma, DJe de 15/9/2023) “Agravo regimental em recurso extraordinário com agravo. Direito tributário. IPTU. Imóvel da União arrendado a empresa privada exploradora de atividade meramente privada com finalidade lucrativa. Impossibilidade de reexame das características da empresa e de sua atividade. Incidência da Súmula nº 279/STF. 1. Ao decidir pela possibilidade de cobrança do IPTU quanto ao imóvel da União objeto de arrendamento, o Tribunal de origem não destoou da jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (Temas nºs 437 e 358). 2. Para superar o entendimento do Tribunal de origem seria necessário o reexame da causa à luz do conjunto fático-probatório constante dos autos, providência vedada

ARE 1482403

STF Muito relevante

Decisão Monocrática

Aborda especificamente ilegitimidade passiva do Município em cobrança de IPTU com trânsito em julgado.

Tema: Inexistência de Relação Jurídico-Tributária e Ilegitimidade Passiva em IPTU

15 de mai. de 2025 — Conforme notado pela sentença ora recorrida, a questão discutida nesta demanda se encontra superada em razão da existência de coisa julgada em ação que reconheceu a ausência de relação jurídica tributária relativa ao IPTU do imóvel objeto desta demanda, sendo incabível a rediscussão da questão. No ano de 2010 a concessionária BARCAS S.A. ajuizou em face do Município do Rio de Janeiro ação declaratória de inexistência de relação jurídica tributária relativa ao IPTU, processo n° n° 0412671-36.2010.8.19.0001, que tramitou na 12ª Vara de Fazenda Pública da Capital

ARE 1538928

STF Muito relevante

Presidência

Versa sobre IPTU e relação jurídico-tributária, analisando fato gerador e lançamento tributário.

Tema: Inexistência de Relação Jurídico-Tributária e Ilegitimidade Passiva em IPTU

12 de mar. de 2025 — Pretensão de declaração de inexistência de relação jurídico tributária em relação a inclusão de jiraus na base de cálculo do IPTU. A sentença reconheceu a impossibilidade de inclusão na base de cálculo do IPTU das áreas referentes aos jiraus com altura inferior a 1,90m, e quanto as áreas com altura superior deve ser calculado no percentual de 50%. Apelo autoral pelo reconhecimento do pedido principal e devolução de valores. Fato gerador para cobrança de IPTU em relação aos jiraus com altura mínima de 1,90 metros, conforme art. 20, § 1º, 1 do Decreto N° 14.327/95. Existente, assim, relação jurídico tributária. Fixação, quando da tributação, em 50% em relação a área comercial que deve ser mantida, nos termos do laudo pericial

RE 1422836 AgR-EDv

STF Muito relevante

Decisão Monocrática

Afirma incidência do IPTU sobre imóvel cedido a pessoa jurídica privada, com base nos temas 385 e 437.

Tema: Inexistência de Relação Jurídico-Tributária e Ilegitimidade Passiva em IPTU

27 de nov. de 2023 — Segundo agravo regimental em recurso extraordinário. Direito tributário. IPTU. Imóvel de unidade federada cedido à ora agravante, empresa particular não integrante da Administração Pública, que busca o lucro e sua divisão a investidores privados. Imunidade tributária recíproca. Não aplicação. 1. À luz da orientação da Corte, não se aplica a imunidade tributária recíproca para se afastar o IPTU relativo a imóvel de unidade federada cedido, a título precário, à empresa particular Barcas S/A Transportes Marítimos – não integrante da Administração Pública, isto é, não consistente em empresa pública ou em sociedade de economia mista –, a qual, consoante definido nos autos, busca o lucro e sua divisão a investidores privados, ainda que o imóvel tributado seja aplicado em sua atividade

RE 1424340

STF Muito relevante

Decisão Monocrática

Recurso extraordinário com pedido liminar sobre modulação dos efeitos e suspensão da exigibilidade do ICMS-DIFAL

Tema: Tutela de Urgência para Suspensão de Cobranças e Proteção do Nome do Autor

18 de abr. de 2023 — modulação a ação ajuizada na origem pela parte ora reclamante, tendo em conta que proposta apenas em 25.02.2021 — posteriormente à data de julgamento da ADI 5.469, em 24.02.2021. 5. O juízo reclamado, ao indeferir a tutela de urgência de suspensão da exigibilidade da cobrança do DIFAL, consignou que ‘o crédito discutido nos autos é devido até 31.12.2021’, tendo em vista que ‘houve a modulação dos efeitos da referida decisão, no sentido de que produzirá efeitos a partir do exercício financeiro seguinte à conclusão do julgamento, ou seja, em 2022’. A decisão reclamada encontra-se, assim, em conformidade com o entendimento firmado na ADI 5.469 e com a modulação de efeitos realizada na ocasião. 6. Agravo interno a que se nega provimento” (Rcl n. 51.287-AgR, Relator o Ministro Roberto

ARE 1416087

STF Muito relevante

Presidência

Discute relação jurídico-tributária e ilegitimidade passiva relacionada a IPTU, com coisa julgada.

Tema: Inexistência de Relação Jurídico-Tributária e Ilegitimidade Passiva em IPTU

13 de jan. de 2023 — APELAÇÃO DECLARATÓRIA DE INEXISTÊNCIA DE RELAÇÃO JURÍDICO TRIBUTÁRIA C.C. ANULATÓRIA - IPTU - Exercícios de 1999 a 2019 - Insurgência da Fazenda Municipal em face de capítulo de sentença que julgou procedente em parte o pedido para reconhecer a prescrição da pretensão declaratória dos autores com relação ao IPTU dos exercícios de 1999 a 2014, considerando a data do ajuizamento da demanda (20.08.2019) e declarar a inexistência da relação jurídico tributária com relação aos demais exercícios Descabimento - Ao tempo do ajuizamento da presente ação declaratória, já pendia situação fática perene de ocupação dos imóveis por invasor es por força de movimento popular, a excluir a posse direta dos autor es que, ademais, sequer possuí am título de domínio - Cobrança que deve ser voltada

ARE 1405249

STF Muito relevante

Decisão Monocrática

Reconhece legitimidade passiva para IPTU da concessionária, citando Súmulas 279 e 454 e repercussão geral.

Tema: Inexistência de Relação Jurídico-Tributária e Ilegitimidade Passiva em IPTU

20 de out. de 2022 — Nesse sentido, vejam-se os seguintes precedentes: “EMENTA Agravo regimental em recurso extraordinário com agravo. Direito tributário. IPTU. Imóvel da União arrendado a empresa privada exploradora de atividade meramente privada com finalidade lucrativa. Impossibilidade de reexame das características da empresa e de sua atividade. Incidência da Súmula nº 279/STF. 1. Ao decidir pela possibilidade de cobrança do IPTU quanto ao imóvel da União objeto de arrendamento, o Tribunal de origem não destoou da jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (Temas nºs

RE 1397702

STF Muito relevante

Decisão Monocrática

Reconhece ilegitimidade passiva do cessionário para IPTU, destacando decisão transitada em julgado.

Tema: Inexistência de Relação Jurídico-Tributária e Ilegitimidade Passiva em IPTU

3 de out. de 2022 — Agravo regimental em recurso extraordinário com agravo. Direito tributário. IPTU. Imóvel da União arrendado a empresa privada exploradora de atividade meramente privada com finalidade lucrativa. Impossibilidade de reexame das características da empresa e de sua atividade. Incidência da Súmula nº 279/STF. 1. Ao decidir pela possibilidade de cobrança do IPTU quanto ao imóvel da União objeto de arrendamento, o Tribunal de origem não destoou da jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (Temas nºs 437 e 358). 2. Para superar o entendimento do Tribunal de origem seria necessário o reexame da causa à luz do conjunto fático-probatório constante dos autos, providência vedada em sede de apelo extremo. Incidência da Súmula nº 279/STF. 3. Agravo regimental ao qual se nega provimento

RE 1307953 AgR-segundo-ED-EDv

STF Muito relevante

Decisão Monocrática

Confirma ilegitimidade passiva para IPTU de empresa privada com finalidade lucrativa em imóvel cedido.

Tema: Inexistência de Relação Jurídico-Tributária e Ilegitimidade Passiva em IPTU

1 de set. de 2022 — Segundo agravo regimental em recurso extraordinário. Direito tributário. IPTU. Imóvel de unidade federada cedido à ora agravante, empresa particular não integrante da Administração Pública, que busca o lucro e sua divisão a investidores privados. Imunidade tributária recíproca. Não aplicação. 1. À luz da orientação da Corte, não se aplica a imunidade tributária recíproca para se afastar o IPTU relativo a imóvel de unidade federada cedido, a título precário, à empresa particular Barcas S/A Transportes Marítimos – não integrante da Administração Pública, isto é, não consistente em empresa pública ou em sociedade de economia mista –, a qual, consoante definido nos autos, busca o lucro e sua divisão a investidores privados, ainda que o imóvel tributado seja aplicado em sua atividade

ARE 1289346

STF Muito relevante

Presidência

Reitera exclusão da Caixa Econômica Federal do polo passivo por ser credora fiduciária, citando legislação.

Tema: Inexistência de Relação Jurídico-Tributária e Ilegitimidade Passiva em IPTU

5 de out. de 2020 — DECISÃO: Trata-se de recurso extraordinário com agravo contra decisão de inadmissão do recurso extraordinário. O apelo extremo foi interposto com fundamento na alínea "a" do permissivo constitucional. O acórdão recorrido ficou assim ementado: "EXECUÇÃO FISCAL – IPTU – Ilegitimidade passiva em razão da condição de credor fiduciário do imóvel – Descabimento – Entidade bancária que detém a propriedade resolúvel do bem e se insere no conceito de contribuinte do imposto – Inteligência dos arts. 22 e 23 da Lei 9.514/97, e do art. 34 do CTN – Art. 27, par. 8º, da Lei 9.514/97 que não tem o condão de se sobrepor ao CTN em matéria de competência tributária por força do art. 146, inc. III, alínea 'a', da CF/88 – Precedentes – Recurso desprovido

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